sábado, 28 de janeiro de 2017
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
MARKETING "INVASÃO DOS CELULARES"
Autor: EDUARDO DONIZETTE DA COSTA
Literalmente ocorreu uma Invasão de Celulares no cotidiano do Brasileiro a quantia deles no nosso país acredite já é de 162 milhões dos quais 82% são pré-pagos. Este número é tão grandioso que quase se confunde com a População Brasileira que segundo último senso do IBGE já passa de 191 milhões, ou seja, quase um para cada habitante do país. Em alguns estados da federação tais como: Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo o número de aparelhos já supera a população. O Paraná que é o décimo estado com mais celulares já são 84 unidades para cada grupo de 100 pessoas (das 399 cidades do nosso estado, 372 são atendidas pelo sinal de pelo menos uma operadora), e como não podia deixar de ser a Capital Brasília têm incríveis 153 celulares para cada grupo de 100 pessoas e o Maranhão registra a menor invasão lá o número é bem mais modesto são 40,31 aparelhos para cada 100 maranhenses. Houve um crescimento 19,65% na procura por esta tecnologia em Julho deste ano em relação ao mesmo período do ano passado segundo a Anatel.
A Vivo mantém a liderança na Telefonia Móvel Nacional com 47,6 milhões de celulares ativos. Veja a participação percentual de cada uma das operadoras no Brasil: VIVO 29,4% - CLARO 24,3% - TIM 23,7% - OI 21,1% e outras 0,4%.
Estes números vão de encontro ao tema utilizado na última aula. E mostra que hoje não conseguimos abrir mão desta tecnologia na nossa vida, o que realmente poderia melhorar é o atendimento das Operadoras em relação aos usuários. Por que infelizmente também são campeãs de reclamações. Quem tiver totalmente satisfeito com sua Operadora de Telefonia Móvel, que atire o primeiro celular digo... Pedra... (com o perdão do trocadilho).
Em contrapartida as operadoras têm melhorado as suas estratégias de marketing buscando uma fatia maior do mercado. Nesse momento nós consumidores levamos alguma vantagem com conseqüente melhoria nos custos e serviços prestados pelas mesmas, por conta da busca da portabilidade de clientes, sim porque novos clientes esta cada vez mais difícil, pois a maioria já cliente de pelo menos uma operadora.
Fonte: Gazeta do Povo Quinta Feira 20 de agosto de 2009, Economia pág. 20.
Curitiba, 20 de agosto de 2009. Às 15h46.
“GOOGLECONOMIA”
FACULDADE SPEICURSO: Tecnologia em Gestão Comercial – 2º Período
Professor: SEDENILSO MACHADO
Acadêmico: EDUARDO DONIZETTE DA COSTA
Trabalho Semanal sobre: MARKETING
Tecnologia da Informação, Marketing Tecnológico e Marketing de Busca, entre outros adjetivos mostram o sucesso mundial de uma nova economia baseada na Internet, mais especificamente em um sistema de buscas que seria o Google ou melhor “GOOGLECONOMIA”, a principio a matemática deste negócio parece simples, mais de 95% dos 21 bilhões de dólares que a empresa faturou em 2008 vieram de links patrocinados, aqueles anúncios que aparecem quando se faz uma busca sempre de acordo com o termo ou palavra pesquisada.
Mas não é assim tão simples... Na verdade as buscas ocorrem num misto de algoritmo com modelos econômicos complexos e neste formato é o próprio sistema que decide quais anúncios serão publicados é aí que entra...
“O Cérebro Econômico do Google...” Trata-se de um verdadeiro Ícone o economista: HAL RONALD VARIAN (Um dos nomes menos conhecidos, mas entre os mais importantes por trás do sucesso do Google), contrariando muitas teorias de grandes empresas (com relação à idade de seus principais executivos, inclusive o próprio Google até então...), trata-se de um Jovem da terceira idade têm 62 anos. Foi convidado em um encontro casual pelo Presidente do Google para prestar consultoria experimental para a empresa em 2002, onde se manteve por quase 05 (cinco) anos. E só a partir de 2007 abandonou suas digamos “origens” que esta relacionada à sua formação e seu vasto Currículo e experiência profissional como Professor do MIT – Massachusetts Institute of Technology e Reitor da Escola de Gestão da Informação e Sistemas da Universidade da Califórnia, para se dedicar integralmente às sua nova função de Economista Chefe do Google.
A Revolução no Google foi total por conta do envolvimento do Economista na principal estratégia da companhia, o aperfeiçoamento das vendas de publicidade, através de um sistema de leilão onde os anunciantes decidem quanto estão dispostos a pagar, culminando na exorbitante receita de 21 bilhões de dólares no último ano.
Essa disciplina corajosa e exemplar que muitos chamam de “GOOGLECONOMIA”, pode ser útil para diversas empresas. Mister VARIAN afirmou em entrevista: “Que esse tipo de capacidade analítica será uma habilidade fundamental para os mais diversos tipos de negócios pelo mundo, por isso o Google não pode ficar parado”.
O cenário do Marketing Mundial da Informação muda sempre com a Globalização e conseqüente facilidade da Tecnologia Digital e também pelo crescimento da internet social, significando de certa forma uma ameaça para o negócio central do Google, mas essa disputa já começa com muitos pontos a favor do “Google” e com um verdadeiro “cérebro econômico” no lugar certo.
Fonte: Revista EXAME de 12 de agosto de 2009, pág. 123 e 124.
Curitiba, 12 de agosto de 2009. Às 22h18.
